sexta-feira, 31 de julho de 2009

124-Receita natural anti-gripe A.



Vou repassar a todos a maneira mais correta e saudável de enfrentar essa Influenza A
(erroneamente chamada de gripe suína).

O melhor que vc pode fazer é reforçar o seu sistema imunológico através de uma alimentação correta e saudável, no sentido de manipular sua imunidade, preparando suas células brancas do sangue (neutrófilos) e os linfócitos (células T) as células B e células matadoras naturais.
Essas células B produzem anticorpos importantes que correm para destruir os invasores estranhos, como vírus, bactérias e células de tumores. As células T controlam inúmeras atividades imunólogicas e produzem duas substâncias químicas chamadas Interferon e Interleucina, essenciais ao combate de infecções e de tumores.
Bem, vamos ao que interessa, ou seja quais alimentos são importantes (estimulam a ação do sistema imunológico e potencializam seu funcionamento).
Antes de mais nada, tome pelo menos um litro e meio de água por dia, pois os vírus vivem melhor em ambientes secos e manter suas vias aéreas úmidas desestimulam os vírus.
Não a tome gelada, sempre preferindo água natural e de preferência água mineral de boa qualidade.
Não tome leite, principalmente se estiver resfriado ou com sinusite, pois produz muito muco e dificulta a cura. Use e abuse do Iogurte natural, um excelente alimento do sistema imunológico.
Coloque bastante cebola na sua alimentação. Use e abuse do alho que é excelente para o seu sistema imunológico.

(Um jeito gostoso de ingerir alho: Coloque uma cabeça inteira de alho no forno e deixe assar por 30/40 minutos. Regue com azeite de oliva virgem. Sal a gosto. Esprema os dentes do alho pra fora da casca que estarão macios como um creme. Coma com pão intregral. Não é ardido nem tem cheiro.)

Coloque na sua alimentação alimentos ricos em caroteno (cenoura, damasco seco, beterraba, batata doce cozida, espinafre cru, couve) e alimentos ricos em zinco (fígado de boi e semente de abóbora). Faça uma dieta vegetariana (vegetais e frutas).
Coloque na sua alimentação salmão, bacalhau e sardinha, excelentes para o seu sistema imunológico. O cogumelo Shiitake também é um excelente anti-viral, assim como o chá de gengibre que destrói o vírus da gripe.
Evite ao máximo alimentos ricos em gordura (deprimem o sistema imunológico), tais como carnes vermelhas e derivados. Evite óleo de milho, de girassol ou de soja que são óleos vegetais poli-insaturados.
Importante: mantenha suas mãos sempre bem limpas e use fio dental para limpar os dentes, antes da escovação. Com esses cuidados acima e essa alimentação... os vírus nem chegarão perto de vc.
6 de maio de 2009
(uma pequena contribuição para vc enfrentar essa e qualquer gripe que porventura apareça no seu caminho).

Se achar útil por favor repasse aos seus amigos...

Prof. Dr. Odair Alfredo Gomes
Laboratório Morfofuncional Faculdade de Medicina - Unaerp
Fone: 36036744 ou 36036795
Fonte: http://mickbernard.blogspot.com/2009/07/receita-natural-anti-gripe.html


Grata Dr. Odair, é muito bom ter a participação de um médico... Lembrando também que nosso sistema imunológico sofre a influência não somente do que ingerimos, em termos de alimentos mas, especial mente de nossas crenças, condicionamentos, padrões equivocados de pensamentos, muito bem manipulados por mentes/memórias que se comprazem no abuso de poder!!!

Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grata.


quarta-feira, 29 de julho de 2009

123-Dr Leonard Horowitz fala sobre Vírus ( A) fabricado em Laboratório



Dr Leonard Horowitz fala sobre
Vírus ( A) fabricado em Laboratório




SINTO MUITO. ME PERDOE. TE AMO. SOU GRATA.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Hiperatividade


Hiperatividade

A hiperatividade é uma doença?
A Ritalina é um medicamento eficaz para tratá-la?
Não e não!
Hiperatividade não é uma doença.
É um engodo perpetuado por médicos que não têm
a menor noção do que estaria errado com essas crianças.
Para encontrar um tratamento eficaz e muitas vezes uma cura
para a criança "hiperativa" é necessário em primeiro lugar obter o diagnóstico correto.


O Dr. Vernon Coleman, conhecido autor de inúmeros livros sobre a preservação e recuperação da saúde escreve:

"Hoje recebi a carta de uma leitora cujo filho foi diagnosticado como sofrendo de hiperatividade e a quem o médico havia receitado Ritalina. Infeliz com o diagnóstico e ainda mais infeliz com a receita, a leitora decidiu experimentar algo simples. Removeu todos os aditivos químicos da alimentação do filho. Em menos de quinze dias, o comportamento dele havia mudado, o problema havia desaparecido, todos os professores (que entusiasticamente apóiam a Ritalina) haviam notado a mudança e telefonaram para a mãe para lhe dar os parabéns. Quando a mãe lhes disse a verdade, simplesmente não acreditaram." Doctor Vernon Coleman's Health Letters

http://www.taps.org.br/Paginas/Hiperatividade.html

Aditivos

No outono de 2002, foi publicado o primeiro estudo patrocinado pelo governo da Grã-Bretanha para encontrar a relação existente entre colorantes e conservantes artificiais e problemas de comportamento. Durante duas semanas, 277 crianças com três anos de idade beberam suco de fruta acrescido de 20 ml de colorantes artificiais (E102, E110, E122, E124) e um conservante artificial (E211). Em seguida as crianças tomaram suco de frutas sem colorantes e conservantes durante mais duas semanas. Os pais controlaram as crianças durante todo o mês e preencheram um questionário detalhado sobre o comportamento dos filhos. As respostas mostraram que:
• os colorantes e o conservante artificiais aumentaram muito a hiperatividade;
• a remoção das substâncias provocou uma melhora significativa do comportamento;
• todas as crianças se beneficiaram da remoção, não apenas aquelas que já apresentavam hiperatividade.
Os pesquisadores do Centro Britânico de Asma e Alergia, na ilha de Wight, salientam os benefícios sociais e a redução de custos que poderiam ser conseguidos pela remoção de colorantes e aditivos alimentares que, em alguns países, já estão proibidos.

Colorantes e condimentos artificiais não têm outro objetivo do que tornar alimentos — sem gosto e com aspecto pouco apetitoso — mais saborosos e atraentes, principalmente para crianças. Esses alimentos geralmente não têm valor nutritivo, contêm muita gordura, sal ou açúcar e incluem sobremesas, doces, salgadinhos, milk-shakes, cereais matinais e diversas guloseimas.
(Food Magazin, 1.11.02 / Greenhealthwatch, 2002 nº 23)

No colégio Aidan, em Harrogate, Yorkshire, incentivaram as crianças a voltar a comer alimentos nutritivos. Demitiram a empresa que fornecia a alimentação, eliminaram as máquinas automáticas para a venda de alimentos e contrataram um cozinheiro profissional. Agora todos os alimentos são frescos, crus ou cozidos no próprio dia. Estão oferecendo saladas, sopas caseiras e frutas frescas. Existe uma cantina aberta o dia inteiro, oferecendo café e lanches caseiros, que atraem alunos de outras escolas. Finalmente, existe um clube servindo o café da manhã com cereais preparados na hora, croassant caseiro, café e suco de laranja espremido na hora. Tudo ao preço normal de lanches escolares — é possível! Outras escolas estão seguindo o exemplo.
(Food Magazin, 1.1.03 / Greenhealthwatch, 2002 nº 23)

Os pais declaram guerra aos aditivos
Em outubro de 2002, diversas pesquisas mostraram que aditivos nos alimentos podem causar mudanças no comportamento de crianças pequenas. O membros do grupo Parents Jury foram questionados se haviam notado ou suspeitado de efeitos em seus filhos. Eis algumas respostas:
“Como mãe que passou por isso recentemente, eu gostaria de prender os fabricantes de alimentos durante uma hora em um aposento cheio de crianças afetadas por corantes. Eu quase tive um colapso nervoso por causa de corantes alimentícios que afetaram meus filhos.”

“Meu filho reagiu a um corante alimentício — antocianina — presente em quase todas as marcas de sucos de frutas vermelhas. Ele teve uma erupção de pele na forma de pintas em quase todo o corpo, braços e pernas. Além disso, é praticamente impossível comprar paracetamol infantil que não esteja repleto de adoçantes e corantes artificiais.”
“A primeira vez que meu filho reagiu à Tartrazina ele começou a tremer e a bater a cabeça contra a parede — ele não conseguia parar de se mexer, mas tinha plena consciência do que estava acontecendo e ficou muito assustado por causa disso. Foi terrível, tanto para ele quanto para quem estava observando.”

“Minha filha de quatro anos, que já é muito ativa, se torna hiperativa e agressiva após chupar algumas balas ou tomar um suco colorido. O efeito, imediato e fácil de notar, pode levar até 24 horas para passar. Ela se comporta quase como maníaca."
Mais comentários dos pais sobre este assunto, estão no site: www.parentsjury.org.uk.
Ritalina
“Na ausência de novos estudos sobre os efeitos da Ritalina, estamos realizando esses experimentos em nossos próprios filhos”
Dr. Leckman

Fatos sobre a Ritalina
• Geralmente a Ritalina e a anfetamina causam os mesmos problemas que deveriam tratar – falta de atenção, hiperatividade e comportamento impulsivo.
• Muitas crianças se tornam robôs, ficam letárgicas, deprimidas e introvertidas quando estão tomando Ritalina.
• A Ritalina pode retardar o crescimento da criança ao romper os ciclos dos hormônios de crescimento liberados pela glândula pituitária.
• A Ritalina geralmente causa graves distúrbios no cérebro da criança. Pesquisas científicas mostraram que a Ritalina pode causar atrofia ou outras anomalias físicas permanentes no cérebro.
• Quando a criança para de tomar a Ritalina, pode ocorrer sofrimento emocional, incluindo depressão, esgotamento e até suicídio. Qualquer um desses sintomas emocionais pode levar ao aumento errôneo da medicação para a criança.
• A Ritalina cria dependência e pode levar a outras dependências. É uma droga muito usada entre crianças e adultos.
• A Ritalina reprime as atividades criativas, espontâneas e independentes na criança — fazendo com que ela se torne mais dócil e obediente, mais disposta a realizar tarefas rotineiras e maçantes, tais como atividades em classe e deveres de casa.
Para mais informações: Hyperactive Children's Support Group, www.hacsg.org.uk e The Food Commission (UK), www.foodcomm.org.uk



A Ritalina age no cérebro como cocaína
Utilizando técnicas sofisticadas para estudar o cérebro humano, pesquisadores norte-americanos concluíram que a Ritalina (cloridrato de metilfenidato), tomada por milhões de crianças no mundo inteiro, produz o mesmo efeito sobre o cérebro que a cocaína.


Os estudos também mostraram que as crianças hiperativas que tomam Ritalina são mais propensas a se tornarem tóxico-dependentes do que aquelas que não tomam o medicamento. A Ritalina também pode alterar todo o perfil biodinâmico dos usuários e causar o mesmo efeito devastador que o uso prolongado de cocaína.
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Fonte: Journal of Neuroscience, 2001, 21: RC121
NO MORE RITALIN
Treating ADHD without drugs
Ritalina nunca mais
Tratando hiperatividade sem medicamentos

Mary Ann Block

Kensington,
New York, EUA,
1997, 144 p
Uma mãe estuda medicina para proteger sua filha contra o medicamento Ritalina (uma espécie de "cocaína pediátrica"). Em seu famoso livro, a Drª Mary mostra porque a Ritalina pode ser extremamente perigosa para a saúde da criança; ela também explica porque a hiperatividade pode e deve ser tratada por meios mais seguros e eficazes. Seu método baseia-se na certeza de que não é possível tratar o problema sem antes identificar as causas que provocam a hiperatividade. Essas causas incluem: hipoglicemia, alergias, fatores ambientais e hipertiroidismo.


Descrevendo casos presenciados em seu consultório, a Drª Mary oferece provas convincentes de que o enfoque sem medicamentos funciona. Ela também mostra como alergias alimentares e outros problemas relacionados à nutrição podem desempenhar papel chave na capacidade de aprender e no comportamento da criança e como essas condições podem ser corrigidas por meio da mudança na alimentação.
NO MORE ADHD
Fim do TDAH

Mary Ann Block

Block Books,
Hust, Texas, EUA,
2001, 178 p
Dez passos para melhorar a atenção e o comportamento de seu filho sem medicamentos.

RITALIN FREE KIDS
Crianças livres de ritalina
Judyth Reichenberg-Ullman
e Robert Ullman

Prima Health,
Rocklin, California, EUA,
1996, 300 p
O livro mostra que remédios homeopáticos são seguros e eficazes contra a hiperatividade e outros problemas de comportamento e de aprendizado. Por meio do estudo de casos tratados de forma convencional e de casos tratados com homeopatia, os autores fornecem ampla comprovação dos danos causados às crianças pelo uso da Ritalina e do sucesso do tratamento homeopático.
Para mais informações, veja www.healthyhomeopathy.com
HYPERAKTIVITÄT - WARUM RITALIN
kEINE lÖSUNG IST

Porque a ritalina não é solução

Barbara Simonsohn

Goldmann,
Munique, Alemanha,
2001, 3ª ed., 287 p

A autora apresenta estratégias saudáveis, incluindo alimentação e diversas terapias que realmente ajudam a melhorar a qualidade de vida das crianças hiperativas e seus familiares de forma orgânica.

Veja também:
www.cchr.org (Citizens Commission on Human Rights)
www.eagleforum.org (Crítica da política de vacinação nos EUA)
www.fightforkids.com (Fight for Kids)
www.ritalindeath.com (Depoimento de um pai sobre a morte de seu filho)

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Cuide Bem de Você!
www.cuidebemdevoce.com
 

121-HIV AIDS-Uma mentira bilionária e assassina


Um engano não se torna verdade
por meio de ampla divulgação,
nem a verdade se torna um engano
porque ninguém a enxerga.

M.K.Gandhi


A TAPS possui o maior acervo de livros, vídeos e fitas cassete na América Latina sobre a visão dissidente da hipótese do HIV / AIDS.

As condições que permitiram a evolução de todo o dogma da AIDS estão sendo repensadas. Cresce o número de cientistas, médicos e publicações que questionam o papel do HIV e até a sua existência. Questionar o HIV significa questionar uma sentença arbitrária de morte. O mito da incurabilidade baseia-se na visão ortodoxa do HIV, uma crendice que sustenta todo o edifício da AIDS. Este edifício está ruindo.

Centenas de HIV positivos do mundo inteiro — que estão com saúde e não tomam a medicação da AIDS — se encontraram com médicos e cientistas de diversos países no Congresso pela Vida, em 2002, em Barcelona, compartilharam fatos e pesquisas importantes sobre o HIV e a AIDS que foram omitidos pela mídia. Esta informação mostra que soropositivos podem levar uma vida normal, saudável e produtiva, sem medicamentos tóxicos e caros. Essas notícias tão úteis, cheias de esperança, afirmando a vida, não foram mencionadas por uma única fonte oficial de comunicação.

Se realmente estamos procurando soluções para a AIDS e estamos sinceramente interessados em ajudar os soropositivos, por que, então, estamos ouvindo apenas um lado da história — o lado que promove doença, morte, falta de esperança e medicamentos caros? Para obter as boas notícias que não aparecem na mídia, visite www.QuestionAIDS.com .

A ignorância e resistência frente a uma visão da AIDS que difere dos dogmas oficiais é a única verdadeira crise que existe. Não estamos frente a uma nova epidemia mortal, mas a problemas relacionados com o estilo de vida moderno, com a exploração do medo e com pressões econômicas. Após anos e anos, verbas astronômicas financiam as mesmas pesquisas, preocupadas apenas com o HIV, que é um negócio gigantesco.
Admitindo-se que o HIV não causa a AIDS, é possível ser soropositivo e ter saúde perfeita. Separar o HIV da AIDS permite enfrentar a destruição do sistema imunológico provocada por inúmeras causas.

  • Somos a primeira geração exposta à intoxicação por enorme poluição química, eletromagnética e psíquica na vida diária.
  • Somos a primeira geração que come tantos alimentos industrializados — alimentos que perderam os nutrientes para aumentar sua durabilidade e simplificar a vida moderna.
  • Somos a primeira geração que sofre o impacto violento das drogas e da quimioterapia cada vez mais agressiva. "Não é o vírus na ponta da seringa que vai matar você, é a droga que está dentro dela!" Peter Duesberg.
  • Os problemas de saúde que aparecem dessa forma podem ser curados evitando as causas reais e eliminando as toxinas acumuladas no organismo. É preciso melhorar a defesa imunológica e tratar apenas a doença específica que, eventualmente, aparece.

"O mais importante é nunca parar de questionar"

Acima de tudo, é indispensável pesquisar, questionar, discutir tudo que já foi dito e escrito a respeito da "AIDS" e dos tratamentos apregoados. Cada um deve formar a sua própria opinião.

Aquele que quer ajudar o soropositivo indicando medicamentos contra um "vírus" tem a intenção de fazer o bem... Em algum lugar encontramos esta frase na parede: "Vou ajudar você a sair da água para que não se afogue!", disse o macaco e, cuidadosamente, colocou o peixe sobre um galho bem seguro.

http://www.taps.org.br/Paginas/Outraaids.html



HIV AIDS
Uma mentira bilionária e assassina

Nos dias 22 e 23 de junho de 1989, foi realizado, no Minascentro, em Belo Horizonte, o 4º Seminário Internacional sobre AIDS. Especialistas dos EUA, da França e do Brasil apresentaram seus conceitos para três mil pessoas, entre profissionais ligados à área e curiosos. O Prof. Peter Duesberg foi a grande atração do seminário, por defender a tese de que o HIV não é o responsável pela AIDS.

Segundo o professor Duesberg, a AIDS é provocada por um desgaste excessivo do organismo, proporcionado por comportamento que degrada a saúde e causa a deficiência de imunidade. Com exceção dos hemofílicos, que adquirem a imunodeficiência por hereditariedade, os homossexuais, prostitutas, presidiários, pessoas do meio artístico etc., estão coerentemente vinculados a um “grupo de risco”, por terem, em comum, maus hábitos comportamentais em relação à saúde, podendo levá-los a adquirir a AIDS. Porém, a doença não é contagiosa e evolui espontaneamente para a cura, com a simples inversão desses hábitos, afirma Duesberg. Segundo ele, existe uma indústria da AIDS que, além de impedir a divulgação da verdade, alimenta o terror pela doença com a intenção de ampliar a venda de seus produtos.

No domingo anterior ao evento, o programa Fantástico, da rede Globo, apresentou uma reportagem sobre o Prof. Duesberg e sua teoria, na qual ficava clara a intenção de desacreditá-lo perante a opinião pública brasileira, o que, com certeza, deu resultado, considerando o ar de ceticismo que pairava sobre a platéia lotada do Minascentro enquanto o cientista expunha os argumentos de sua tese.

Outro fato curioso ocorrido durante o seminário foi a repentina mudança de opinião do Prof. da Faculdade de Medicina da USP, Ricardo Veronesi. No primeiro dia, ele defendeu ferrenhamente as idéias do Prof. Duesberg, citando a questão judicial entre EUA e França (os norte-americanos não queriam registrar os testes franceses), como uma evidência da existência da indústria da AIDS. Chegou também a acusar nominalmente Robert Gallo, descobridor do HIV, de ter montado um laboratório para lucrar com a venda de kits de teste. Já no segundo e último dia do seminário, o Prof. Veronesi praticamente chamou o Prof. Duesberg de louco. Disse que ele já estava "queimado" nos EUA e que, se não cedesse, ficaria desacreditado perante a comunidade científica brasileira.

Alemão radicado nos Estados Unidos, biólogo molecular da Universidade da Califórnia, o Prof. Peter Duesberg era considerado por seus colegas um dos maiores virologistas do mundo e foi eleito, em 1986, para uma seleta cadeira na Academia Nacional de Ciências americana. No ano seguinte, após tornar pública a sua tese, perdeu a dotação da verba de pesquisador emérito (da ordem de 500 mil dólares anuais) e colocou em risco sua reputação e carreira. Atualmente, passa metade do ano na Alemanha e, apesar de ter perdido o financiamento para suas pesquisas, conta com o apoio de mais de 600 cientistas de vários países (inclusive o de Kary Mullis, Prêmio Nobel de Química em 1993), que acreditam não existirem provas suficientes para atribuir a causa da AIDS a um vírus.

O Prof. Duesberg mantém as mesmas posições em relação à sua tese, desde o final dos anos 80 e possui hoje uma página na internet (www.duesberg.com). Em parceria com seu colega David Rasnick, publicou um artigo na revista Continuum, em 1997, onde ambos afirmam que as drogas anti-HIV, como o AZT, prejudicam a reprodução das células do sistema imunológico — o que explica o fato de pessoas com imunodeficiência não evoluírem para a cura espontânea e o de portadores do HIV, que também consomem esses medicamentos, desenvolverem a síndrome. Ou seja, para eles, os remédios anti-HIV representam “AIDS por prescrição médica”.

O livro "AIDS — Verdade e mito, histórias e fatos", do Dr. Jacyr Pasternak, mostra estudos que comprovam a veracidade da tese do Prof. Duesberg, de que a teoria do vírus é uma farsa inventada e mantida, até hoje, por cientistas ligados a laboratórios multinacionais. A história da AIDS, conforme o livro, começa em 1981, quando o Dr. Gottlieb, de Los Angeles, passou a observar um considerável número de ocorrências de pneumonia grave, fatais, aliadas a um câncer dos vasos sangüíneos que parecia atingir exclusivamente homossexuais masculinos e, em particular, uma subpopulação desse grupo, denominada fast lane. Os homossexuais desse grupo chegavam a ter de mil e quinhentos a dois mil parceiros por ano, o que representa, no mínimo, 4 a 5 relações sexuais por dia.

Considerando o desgaste das excessivas relações sexuais (ainda maior no caso homossexual), aliado aos hábitos deploráveis desse grupo em relação à saúde (vida noturna, má alimentação, uso de drogas injetáveis, álcool, cigarro etc.), pode-se deduzir a que lastimável estado de degradação física chegavam essas pessoas e o quanto estavam debilitados seus sistemas imunológicos. Muitos chegavam à fase terminal sem se absterem de seus hábitos.

Outro quadro de deficiência imunológica foi observado em indivíduos da população subnutrida da África e do Haiti. Casos de imunodeficiência, juntamente com a doença que a acompanhava, eram facilmente diagnosticados, por apresentarem sinais e sintomas típicos e, na maioria das vezes, mesmo na fase aguda, evoluíam para a cura espontânea, com ou sem qualquer tratamento.

Esses relatos fazem parecer óbvio que a síndrome de deficiência imunológica era causada por um desgaste excessivo do organismo, provocado por hábitos que degradam a saúde, ou um “problema comportamental”, termo usado pelo Prof. Duesberg. Todavia, como conta o Dr. Jacyr Pasternak: “naquele momento ninguém sabia muito bem qual a causa da moléstia” (isso é incrível!), então, continua ele, “o Center for Disease Control (órgão de vigilância epidemiológica americano) convoca seus pesquisadores e demais sumidades interessadas no assunto, tentando juntar as informações e coordenar as pesquisas”. Será que, dentre essas “demais sumidades interessadas no assunto”, estariam os laboratórios multinacionais? Haveria, para eles, algum interesse financeiro por uma doença que acabava se resolvendo sozinha, por meio, basicamente, de hábitos saudáveis, sem o uso de medicamentos? Vale a pena lembrar que a indústria química, graças principalmente ao ramo de produção de medicamentos, ocupa hoje o primeiro lugar em faturamento anual entre as demais indústrias do mundo. Mas, voltando à história, foi no fim de 1983 que, quase ao mesmo tempo, pesquisadores franceses e o grupo do Dr. Robert Gallo, dos Estados Unidos, “inventaram” o vírus da AIDS. Pouco depois, surgem os kits de testes, o AZT e outros medicamentos que dão início à indústria da AIDS.

São mais de 20 anos de controvérsias, que propiciaram a formação de uma fortuna incalculável e que causaram milhares de mortes.

Atualmente, pouco ou nada mudou. As controvérsias perduram e quase nenhuma informação verdadeira chega ao alcance da opinião pública mundial, que convive com o espectro da AIDS e acredita na tese dominante — uma mentira bilionária e assassina. Diante do impasse, profissionais inescrupulosos buscam justificativas paliativas que mantêm vivo o empreendimento. Apesar de existirem 4.000 casos registrados de AIDS sem a presença do vírus HIV, Avidan Neumann, cientista israelense, chama o Prof. Duesberg de anacrônico e diz que, hoje, quando o RNA (código genético) do vírus é encontrado no organismo, a doença está detectada, podendo iniciar-se o tratamento.

Em julho de 2000, o presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, promoveu um debate, em Durban, sobre o HIV como causa da AIDS. O Prof. Duesberg foi convidado para discutir sua teoria com mais 30 cientistas e conseguiu convencer o promotor do evento, que acompanhou as explanações dos participantes. Com isso, o presidente sul-africano deixaria de comprar e economizaria dez mil dólares/pessoa/ano em medicamentos anti-HIV, que seriam fornecidos para as mulheres grávidas do seu país — para imaginar, rapidamente, a cifra total dessa economia. Três meses depois, foi realizada a 13ª Conferência Internacional sobre AIDS, na própria África do Sul, onde cerca de 5.000 cientistas de 80 países assinaram uma declaração reafirmando a tese de que a AIDS é causada por vírus. A pressão política foi grande e o governo sul-africano acabou permitindo que alguns hospitais passassem a oferecer drogas anti-AIDS para as gestantes.

A revista “Super Interessante” (dez/2000) publicou uma matéria sobre a polêmica causada pela tese do Prof. Duesberg na comunidade científica mundial. Porém, na realidade, a tese de que a AIDS não é causada por vírus raramente é comentada, o assunto parece ser proibido no meio jornalístico, tornando surpreendente até mesmo o fato de terem liberado a publicação dessa tímida reportagem na revista.

A indústria da AIDS movimenta mais de 2,5 bilhões de dólares por ano, só nos Estados Unidos. Por mais que se possa tentar reduzir o valor do cálculo do lucro desse mercado no plano mundial, ele poderá parecer absurdo. Seria mais fácil acreditar na exorbitância do valor da soma, se for considerado que a indústria da AIDS comercializa seus produtos, na maioria das vezes, diretamente com órgãos de governos. Em países como o Brasil e até mesmo em alguns do 1º mundo, onde a corrupção impera, é pouco provável que algum político queira apoiar uma tese científica que possa abalar esse lucrativo negócio, ou que sobreviva no cargo, caso tente. No exemplo citado, da África do Sul, membros do Ministério da Saúde e até Nelson Mandela pressionaram e conseguiram mudar a decisão do presidente Mbeki, de não comprar medicamentos anti-HIV. Talvez nem mesmo Fidel Castro, acostumado a combater forças poderosas e a lidar com todo tipo de represálias, estivesse disposto a enfrentar esse império bilionário.

Na comunidade científica, não é difícil avaliar como e até onde a indústria da AIDS exerce influência, tendo em vista os relatos históricos, o boicote ao Prof. Duesberg e a discriminação aos seus colegas, defensores da sua tese, rotulados de “rebeldes da AIDS”. Difícil é entender como, diante de tantas evidências de uma causa comportamental, pessoas com conhecimento sobre o assunto possam acreditar na contraditória teoria que diz ser a AIDS causada por vírus.

Qual é o grau de comprometimento dos cientistas com os laboratórios multinacionais? E das universidades? E dos médicos, do mundo inteiro? Onde está a ética? Falta coragem, como a que teve o Prof. Duesberg? Bem, diante de um poderio de centenas de bilhões de dólares, uma das boas respostas poderia ser a do virologista americano Dr. Robert Gallo, um dos “inventores” do HIV, quando questionado sobre a polêmica: “A teoria defendida pelo meu ex-colega Duesberg não vale a pena ser discutida”.

Recentemente, o Jornal Nacional, da rede Globo, veiculou uma reportagem (na verdade, um comercial), divulgando dados que apresentam a AIDS como a doença que, atualmente, mais causa a morte de mulheres no Brasil. A ganância dos empresários multinacionais, a corrupção política e da mídia não são novidade, mas quando índices mostram números, como o de 3 mil mulheres brasileiras mortas pela AIDS por ano, o problema ultrapassa o limite da indignação e se torna assombroso. Principalmente considerando-se que a maioria dessas mortes são causadas pelos medicamentos anti-HIV, que bloqueiam o sistema imunológico e que são prescritos pelos próprios médicos, sem necessidade. O fato de ser hemofílico, uma pequena baixa no sistema imunológico ou um teste positivo de HIV (não se deve esquecer quem fabrica os kits de teste) é o suficiente para a pessoa se transformar em um consumidor desses caríssimos medicamentos que proporcionarão a sua morte, convenientemente confirmando a fatalidade da doença.

Casos comoventes, como o do cantor Cazuza e de outras pessoas famosas no Brasil e no mundo, que involuntariamente foram convertidas em marketing publicitário pela indústria da AIDS, levam à reflexão sobre a triste realidade vivida, também, por milhares de ilustres desconhecidos, vítimas da crueldade capitalista. Mas, acima de tudo, evidenciam a incapacidade do homem de pensar por si próprio, afastado da razão e passivamente preso a uma rede de imposturas armadas pelos donos do poder mundial, que sempre, em todos os tempos, só se preocuparam com suas fortunas, impreterivelmente conquistadas às custas de vidas humanas.
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Ricardo Freitas Castro ( awiri@ig.com.br )

http://www.taps.org.br/Paginas/oaidsartigo07.html


120-Terapias


Terapias


"Se alguém busca obter saúde,
pergunte, em primeiro lugar,
se futuramente ele está disposto
a evitar as causas de sua doença
— só depois procure ajudá-lo."
Sócrates

As terapias não substituem as bases indispensáveis à boa saúde — a alimentação e o estilo de vida.
Qualquer terapia é uma muleta que ajuda o organismo a se restabelecer.
Ela só vai fazer efeito duradouro se o doente mudar — em sua alimentação e em seu estilo de vida — os fatores que estão provocando seus problemas de saúde.

http://www.taps.org.br/Paginas/Terapias.html

119-Os Extraordinários Benefícios do Carvão Ativado


O carvão

A princípio, este pode ser um assunto que não desperte muito o seu interesse; mas creio que, à medida que você for descobrindo as sensacionais propriedade do carvão ativado. O tema lhe parecerá não só intrigante, mas excelente.

Dadas as suas excepcionais propriedade de absorver toxinas e atuar como curativo, o carvão deveria estar sempre à mãoem todos os lares. Sua utilização é quase universal quanto a da água, tanto do ponto de vista comercial quanto médico. É usado interna e externamente no combate aos mais diversos males – de envenenamento provocado por picadas de abelha e de outros animais a problemas metabólicos, tais como icterícia de recém-nascido e reação alérgica a veneno de hera.

O carvão é um excelente antídoto antidrogas, ou seja, antienvenenamentos. Em 1831, o Dr. Touery sobreviveu após engolir 15 g de estriquinina (dez vezes a dose letal) e igual quantidade de carvão diante de membros da Academia Francesa de Medicina. Em 1913, o Dr. Bertand, outro médico francês, para demonstrar a eficácia do carvão em absorver toxinas, sobreviveu após engolir 5 g de trióxido de arsênico misturado com carvão.

Quando administrado oralmente, o carvão previne com eficácia muitas infecções intestinais. Todos os estudos mostram que seu uso como medicamento não provoca danos à saúde – seja ingerido, seja inalado, seja em contato com a pele, como o metilcolantrene e o benzopireno.

Suas aplicações têm servido aos mais diversos fins: combate a odores no ar e na água, remoção de dióxido de carbono do ar em submarinos, filtragem de venenos em máscaras de gás, preparação de remédios e coloração de doces. Quando moído e guardado num jarro tampado em locais como geladeira, forno, gaveta ou prateleira, é capaz de absorver uma grande variedade de odores, inclusive de ranço. Também é utilizado no tratamento de úlceras da pele, na eliminação de gases intestinais e até como filtro de cigarro. Seu uso interno é indicado para a eliminação de toxinas do sangue nos casos de doenças renais e hepáticas. Externamente, pode ser empregado em banhos e na forma de cataplasmas; estas últimas devem ser aplicadas cuidadosamente quando se tratar de pele recém-ferida, pois pode ocorrer um “efeito tatuagem”, caso as lesões se estendam para a derme.

Aquisição de dosagem

O carvão é adquirido com facilidade em lojas de produtos naturais e em farmácias comuns. É comercializado em pós e na forma de tabletes e cápsulas. Em geral, o melhor é consumi-los em cápsulas, pois estas são produzidas com carvão ativado, que é mais potente na absorção de toxinas. Também é possível prepará-lo em casa – nesse caso, a madeira utilizada deve ser virgem e livre de agrotóxicos.

A dose diária oral recomendada é a seguinte: carvão em pós (uma colher de sopa misturada com um copo d’água); em cápsulas (quatro unidades); em tabletes (oito unidades regulares). Ingerir o carvão na forma escolhida duas vezes ao dia: nomeio da manhã e no meio da tarde. Não deve ser ingerido junto às refeições.

Não se deve ingerir carvão com regularidade por anos seguidos. Contudo, não há evidências de problemas ou efeitos colaterais causados por seu consumo num período inferior a 12 meses. O ideal é que você o use por alguns dias ou semanas e pare ou que o utilize eventualmente quando necessitar.

DOSAGEM EM CASOS DE ENVENENAMENTO POR INGESTÃO

Estima-se que 10 g (aproximadamente uma colher de sopa) de carvão pode absorver somente cerca de 3 g a 7 g de materiais tóxicos. Assim, em caso de envenenamento, é necessário que a dose de carvão a ser administrada seja oito a dez vezes superior à quantidade estimada em peso do veneno ingerido.

As vítimas de envenenamento e intoxicação normalmente são induzidas ao vômito para eliminação da substância tóxica. Tanto o xarope de ipecacuanha como a apomorfina promovem a expulsão de cerca de trinta por cento do veneno presente no estômago; portanto, são ineficazes nesse tipo de tratamento, uma vez que os outros setenta por cento permanecem naquele órgão.

A lavagem estomacal é outro método empregado para tratar casos de envenenamento – o uso do carvão é bem mais fácil, econômico e eficiente.

PROCEDIMENTO EM CASOS DE ENVENENAMENTO POR ANIMAIS

Alguma vez você já levou picadas de marimbondo, formiga vermelha ou formigões? Já foi queimado por uma taturana ou picado por uma aranha-marrom (Loxosceles) ou por um escorpião? Só de pensar nisso, já dá para sentir espanto e dor.

Em todos os casos de acidentes dessa natureza, é necessário ter muito controle e agir rápido.

1.Dissolva uma colher de sopa (cheia) de carvão em pó em água pura até formar uma pasta. (Você deve aumentar a quantidade de carvão de acordo com o tamanho da área a ser tratada e do estado de gravidade que se apresentar.)
2.Faça cataplasma espalhando porções da pasta sobre os pedaços de tecidos dobrados no tamanho adequado à região a ser tratada. Coloque um cataplasma sobre a área afetada e troque-a a cada vinte minutos, por três a quatro vezes.

Picada de aranha-marrom – Nesse caso, a pessoa deve também tomar imediatamente o carvão – uma a duas colheres de sopa (rasa) para um copo d’água, duas a três vezes ao dia. A princípio, o ferimento provocado por esse tipo de aranha quase não provoca dor. Contudo, em 24 horas, se forma uma zona vermelha púrpura em volta do local picado e ocorre aumento da área da picada. Também pode haver outra ulceração muito profunda e grave, capaz de estender-se até o osso durante semanas ou meses. (OBS: Eu já vi casos lesionados por ela, é algo realmente horrível e toma proporções absurdas. Lena).

Certo dia, um garoto chegou correndo à minha casa e disse que sua mãe havia sido picada por uma aranha-marrom algumas horas antes. Mesmo assim, apesar do tempo decorrido desde o acidente, ensinei=lhe o precioso antídoto.No dia seguinte, eu soube que aquela senhora ficou completamente curada.

Picada de cobra – Se não existir antídoto para o veneno ou se o acidente ocorrer em local isolado onde não seja possível dispor desse recurso, aplique imediatamente um cataplasma bem grande de carvão para cobrir quase inteiramente a extremidade do corpo, centralizando o tecido sobre o local da picada. Nesse caso, prepara as cataplasmas utilizando bastante carvão. Troque-as a cada 10 minutos por cinco vezes, no mínimo. Se houver possibilidade, leve, então, a pessoa par avaliação médica.

Fonte > Do livro: Porque pensamento positivo é coisa para pessimista? -Luiz Carlos Amorim

Um outro texto:

Os Extraordinários Benefícios do Carvão Ativado

O carvão ativado contém os minerais existentes nos fósseis vegetais.

Composição: bário, estrôncio, zircônio,vanádio, cobre, lantânio, cromo, ítrio, chumbo, níquel, cobalto, gálio, escândio, estanho, molibdênio, titânio, cádmio, prata, germânio e mais 15 elementos, em sub-traços.

O carvão vegetal é uma substância porosa, capaz de captar e de fixar as substâncias estranhas ou tóxicas que estão no ar, na água, nos alimentos, no nosso corpo ou sobre a pele. O carvão adsorve(1), com eficácia, os medicamentos, entorpecentes, aditivos alimentares, agrotóxicos e adubos químicos, os metais pesados, os gases e os detergentes.

Todas essas substâncias estranhas que invadem o nosso organismo, sobrecarregando e danificando os rins e o fígado, podem ser adsorvidas pelo carvão e excretadas.

Adsorve também as bactérias (como salmonelas e estafilococos), vírus (como o da febre aftosa), as toxinas produzidas pelos bacilos da difteria, do tétano, do botulismo e da gangrena, os tóxicos e ácidos provenientes da decomposição dos alimentos.

O carvão vegetal ativado adsorve as substâncias tóxicas, impedindo ou limitando sua absorção (assimilação) no aparelho digestivo. Impede fisicamente a intoxicação, captando as usbstâncias tóxicas que estão no intestino. Além disso, ele tem a capacidade de ajudar na desintoxicação, pois graças ao efeito da diálise, o carvão também permite eliminar tóxicos que já se encontram no sangue, em contato com a parede intestinal. Não tem efeitos colaterais.
O carvão é usado em casos de:

1. Intoxicação por medicamentos - O carvão ativado adsorve muito bem os antidepressivos, os beta-bloqueadores, os bronco-dilatadores, os barbitúricos utilizados em dose excessiva (como na tentativa de suicídio) e muitos outros medicamentos.

2. Intoxicação por alimentos - Essas intoxicações são provocadas pela toxina secretada por um micróbio presente no alimento infectado (carnes, peixes, crustáceos, conservas, doces, etc). Adsorvendo as bactérias e as toxinas (ex: Escherichia coli, Clostridium perfringens, Vibrio cholerae) o carvão impede que passem para o sangue. O carvão adsorve avidamente até as aflatoxinas, venenos produzidos pelos fungos do bolor, que podem prejudicar o sistema nervoso e causar câncer do fígado (100 gr de carvão ativado adsorvem 1 mg de aflatoxina B1). As aflatoxinas que aparecem, principalmente no pão e no amendoim embolorado, também podem estar presentes no presunto defumado, no coco ralado, em nozes e em amêndoas.

3. Problemas digestivos - Como diarréia, gases e mau hálito. O carvão adsorve os próprios gases ou as bactérias intestinais que produzem os gases.

Em casos de diarréia, o melhor tratamento é a reidratação acompanhada de carboterapia, pois o carvão é eficaz no combate às diarréias provocadas por medicamentos e também à diarréia tão desagradável do turista (tomar 2 colheres de carvão em um copo d'água a cada 4 ou 8 horas).

OBS.: O carvão é usado muito eficazmente, três vezes ao dia, para diminuir o odor das fezes em pacientes com colostomia ou ileostomia.

4. Picada de cobra, aranha, escorpião, abelha, vespa, contato com água-viva.

Como o carvão ativado adsorve o veneno, aplica-se sob forma de pasta, diretamente sobre a picada ou aplica-se uma compressa (envolvendo a pasta de carvão em uma gaze) coberta de plástico. Como medida de primeiro socorro, em caso de picada de cobra, lava-se o local da picada com sabão e mergulha-se durante uma hora em água com carvão (1/2 xícara de carvão para 6 a 15 litros d'água). Depois, aplica-se uma compressa no local da picada, trocando-se a cada 15 minutos. Também ministra-se, a cada 2 horas, por via oral, durante 3 dias.

OBS.: Essas aplicações não devem substituir a busca de ajuda para a aplicação do soro contra o veneno de cobra, aranha ou escorpião.

5. Problemas dos olhos, nariz, garganta e ouvidos - O carvão pode ser usado como germicida no tratamento de infecções superficiais. Um cataplasma de carvão representa, às vezes, o único tratamento de uma furunculose no canal auditivo. Também podemos branquear os dentes escovando-os com o carvão numa escova úmida.

6. Insuficiência renal aguda e crônica - Para combater as complicações infecciosas.

7. Icterícia grave do recém-nascido - Para a adsorção de bilirrubina. No caso de icterícia nuclear, foi possível reduzir a necessidade de transfusão,dando ao bebê 1/2 colher de chá de carvão ativado em uma mamadeira, a cada 3 horas.

8. Feridas infectadas com pus - Como ficou comprovado que os curativos com carvão ativado adsorvem bactérias, diminuem as secreções e reduzem o mau cheiro da ferida, a Grã-Bretanha emprega esses curativos nos campos de batalha. O carvão é também usado em hospitais para curativos de úlceras varicosas infectadas e feridas pós-operatórias infectadas. Constataram que o carvão adsorve Bacillus subtilis, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, Proteus vulgaris, Staphylococcus aureus e epidermis. Graças ao carvão uma moça que sofria de diabetes juvenil pôde evitar qeu um de seus pés fosse amputado.

9. Problemas de dependência - O carvão adsorve eficazmente muitas substâncias contidas nas bebidas alcoólicas (o álcool etílico e outras substâncias do gênero), responsáveis pelos sintomas da intoxicação alcoólica aguda. Também ficou comprovado que o carvão é um adsorvente eficaz de diversos alcalóides e principalmente da nicotina e da morfina.

10. Envelhecimento - Como o organismo, ao envelhecer, torna-se mais sensível aos agentes tóxicos, diversos geriatras comprovaram o efeito benéfico de uma dose diária e regular de 20 a 80 gr (3 a 12 colheres de sopa) de carvão em pó, para pessoas de idade. A carboterapia bem conduzida pode regenerar o organismo e aumentar a longevidade.

COMO USAR:

A quantidade mínima de carvão utilizado deve ser igual a 8 vezes a quantidade de tóxico ingerida. Quando a quantidade é desconhecida, administra-se, em caso de intoxicação aguda, 100 a 120 gr( 7 a12 colheres de sopa em água, o suficiente para formar uma sopa espessa).

Se houver dificuldade em beber a sopa, pode-se chupar o carvão diluído por meio de um canudo grosso.

Doses repetidas de carvão ativado permitem aumentar a eliminação dos tóxicos e prevenir a sua reabsorção durante o trânsito pelo aparelho digestivo.
A coloração preta das fezes é um efeito normal que mostra o trânsito intestinal do carvão.

Aconselha-se tomar o carvão em horário afastado das refeições, para evitar a possível adsorção de vitaminas e de oligoelementos. Sugere-se o consumo de até 04 cápsulas ao dia ou a critério médico.

(1)dsorver: significa fixar as moléculas de uma substância na superfície de outra. Esse processo difere da absorção, que consiste em assimilar, consumir as moléculas.
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CARVÃO VEGETAL ATIVADO



O que é o carvão vegetal ativado?



A prova da eficácia do carvão vegetal ativado se deu em 1831. Na frente de seus ilustres colegas na Academia Francesa de Medicina, o químico francês Claude Bertrand Touery bebeu uma dose letal de estricnina e viveu para contar o conto. Ele havia combinado o veneno mortal com carvão ativado. Isso é o quão poderoso o carvão ativado é como um descontaminante de emergência no trato gastrointestinal, que inclui o estômago e intestinos. O carvão ativado é considerado para ser o agente individual mais eficaz disponível. É utilizada depois de uma pessoa engole adsorve ou quase toda a droga tóxica ou química.


Bertrand  sobreviveu porque o arsênico foi misturado com carvão vegetal, uma substância que agiu como uma esponja em seu estômago e sugou o arsênico antes de atingir o seu sangue. Um século mais tarde, filtros de carvão em máscaras de gás protegidos soldados da Primeira Guerra Mundial a partir de gás venenoso. E hoje, mais eficaz através de um processo chamado de “ativação” fez-carvão - sejam utilizados em submarinos e espaço cápsulas para purificar o ar. Também é usado em salas de emergência para tratar as vítimas de envenenamento ou overdose de drogas. Mas o carvão ativado é mais do que um herói que salva vidas. Ele também coloca no tempo em trabalhos mais humildes. Como aliviar soluços. Reconfortante uma ressaca


Comprado na sua farmácia local, carvão ativado é comumente usado em tratamento de emergência para tipos específicos de envenenamentos e overdoses de drogas para evitar que o veneno que está sendo absorvido pelo estômago e para dentro do corpo. Carvão também é usado para curar a gases, flatulência e ajudar uma dor de estômago. Um desodorante natural e desinfetante, o carvão vegetal ativado é um dos melhores para absorção e adsorção de agentes conhecidos.
Tomado por via oral, estas cápsulas pretas têm uma incrível capacidade de extrair e neutralizar muito mais vezes o seu próprio peso em gases, metais pesados, toxinas, venenos e outros produtos químicos. o carvão vegetal ativado é feito por aquecimento de cascas de coco, na ausência de ar. As conchas são parcialmente queimadas em seguida granulada até uma dimensão que proporciona uma absorção óptima. Esta forma vegetal de carbono (um elemento encontrado em toda a matéria viva), é completamente seguro para o consumo humano.
Ele é muito reconhecido como sendo particularmente útil no alívio para o gás aprisionado na parte inferior do intestino, os médicos e as agências reguladoras também reconhecer propriedades de limpeza de carvão. O carvão ativado é usado em todo o mundo na sala de emergência do hospital para neutralizar drogas e venenos.
O carvão vegetal ativado tem uma estimativa de redução e absorção de substâncias venenosas do organismo para quase 60%. Ele funciona através da ligação (absorção) de produtos químicos, reduzindo assim a sua toxicidade (de natureza venenosa), através de todo o comprimento do estômago e intestinos delgado e grosso.
O carvão ativado é muitas vezes dado depois que o estômago é bombeado em uma lavagem gástrica. A lavagem gástrica só é eficaz imediatamente após a ingestão de uma substância tóxica (dentro de cerca de meia hora) e não tem efeitos que vão além do estômago como carvão ativado faz.
Como o carvão vegetal ativado age para fazer a limpeza de toxinas de nosso corpo?  Em outras palavras, a substância tóxica atribui à superfície do carvão. Porque carvão não é “digerido”, ele permanece no interior do trato GI e elimina a toxina quando a pessoa tem uma evacuação.
Este mecanismo de ação não deve ser confundido com a absorção. A absorção ocorre quando uma substância passa para dentro ou através de um tecido, como a água passa para uma esponja. Uma vez que o produto químico ou fármaco foi absorvido pelo trato, o carvão ativado já não pode recuperar a ingestão tóxica. Ele só vai anexar a substâncias que ainda estão dentro do estômago ou intestinos.
AVISO: O carvão vegetal ativo pode diminuir a absorção do seu corpo de certos nutrientes e também interferir em outros medicamentos, tome sempre com acompanhamento médico. (já havia me ocorrido essa possibilidade e falei abaixo em comentários. Lena)
EFEITO DESINTOXICANTE
Muito poucos profissionais de saúde percebem o poder do carvão vegetal ativado como um agente para remover as toxinas do corpo, o carvão vegetal ativado é o melhor desintoxicante único para a limpeza de todo o organismo. É claro que, juntamente com o carvão vegetal ativado, não se pode esquecer água, tanto no exterior como do interior para ajudar a lavar venenos. Richard C. Kaufman, BS, MS, PhD, (Química Bio-nutricional da Universidade de Bruxelas) tem escrito extensivamente no campo de anti-envelhecimento. Ele escreve: “A desintoxicação é um processo biológico em curso que impede toxinas (a partir de agentes infecciosos, comida, ar, água e substâncias que em contato com a pele) de destruir a saúde.
A exposição crônica a toxinas produz danos celulares, e diversas doenças, reações alérgicas como, a imunidade comprometida e envelhecimento prematuro. “Como um plano geral de desintoxicação para contrariar estas exposições diárias a toxinas, ele encontrou dois programas que, usando o carvão vegetal ativado, têm funcionado bem para ele e outros. Ele recomenda também.
1-Use o carvão ativado em dois dias consecutivos por semana. Tome um total de 20 a 35 gramas por dia divididos em duas ou três doses. Tomar de manhã, ao meio-dia e antes de dormir com o estômago vazio. Evite excesso de calorias ou alimentos processados, nesses dias.
2-Pegue cerca de 20 gramas por dia de carvão ativado em doses divididas por vários meses. Siga com uma pausa de um mês e retorne o ciclo.
Esses programas não devem ser vistos como licença para continuar quaisquer práticas insalubres. Carvão vegetal deve ser visto como um auxiliar para tocar as práticas de saúde e manutenção, e não como um back-up para indiscrições intencionais. Mas, devemos dar-se para um pouco de descuido, o carvão vegetal ativado é uma ajuda maravilhosa para a recuperação de nossa saúde e desintoxicação do nosso organismo.

Referências: Livro Medicinal Charcoal and Its Applications
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